
Este livro reúne três histórias de pessoas que, assim como todos nós, precisaram aprender a lidar com a perda. Através das trajetórias de Helena, Tiago e Clara, Leonardo Goulart explora as diferentes faces da saudade e mostra que não existe um jeito certo de sentir.
Escrito com simplicidade e emoção, o livro não oferece fórmulas mágicas, mas sim um lugar de conforto. É um convite para você entender seus sentimentos, respeitar o seu tempo e descobrir que o amor que fica é o que nos ajuda a seguir em frente, um dia de cada vez.
Este livro reúne três histórias de pessoas que, assim como todos nós, precisaram aprender a lidar com a perda. Através das trajetórias de Helena, Tiago e Clara, Leonardo Goulart explora as diferentes faces da saudade e mostra que não existe um jeito certo de sentir.
Escrito com simplicidade e emoção, o livro não oferece fórmulas mágicas, mas sim um lugar de conforto. É um convite para você entender seus sentimentos, respeitar o seu tempo e descobrir que o amor que fica é o que nos ajuda a seguir em frente, um dia de cada vez.


Muitas vezes, a gente foge dos próprios sentimentos por medo da dor. Através das histórias de Helena, Tiago e Clara, você vai encontrar um espelho para as suas próprias emoções e entender que não há nada de errado em sentir o que você sente.

O luto é difícil e o medo de perder quem amamos machuca. Este livro não ignora essa dor; ele mergulha nela junto com você. É um processo honesto, escrito entre lágrimas, porque só quem entende o peso da saudade pode falar sobre ela com verdade.

Você vai descobrir que não está sozinho. O objetivo destas páginas é diminuir o peso daquilo que não conseguimos explicar, trazendo o conforto necessário para que você consiga respirar fundo e seguir em frente, um dia de cada vez.
Este livro é para quem perdeu alguém que amava e sente que o mundo seguiu, enquanto por dentro tudo parou.
É para quem carrega a saudade nos detalhes, nos objetos, nas lembranças e no silêncio.
Mas este livro também é para quem quer entender como lidar com alguém que está em luto, e busca palavras, sensibilidade e acolhimento para apoiar sem ferir, sem pressionar e sem tentar “consertar” a dor do outro.
Porque, às vezes, o que mais falta… não é resposta.
É presença.










Aos 26 anos, encontrou na escrita um lugar de sentido e de escuta. Apaixonado por histórias, descobriu nelas uma forma de transformar dor em cuidado e silêncio em palavras.
Natural de Porto Alegre, acredita que o luto não tem fórmulas nem prazos , mas que nomear aquilo que dói pode tornar o peso mais suportável. Escrever, para ele, é uma forma de acolher o que muitas vezes não sabemos explicar.
A História de Quem Ficou nasce desse processo: um mergulho sensível e honesto nas marcas que a perda deixa em quem permanece. Um livro escrito entre lágrimas, memória e coragem, para ajudar o leitor a reconhecer seus próprios sentimentos e seguir em frente, sem apagar quem ficou para trás.
Este é apenas o primeiro de muitos livros que ainda virão.
O luto não é um lugar onde se entra e sai com um mapa. É um caminho que cada um trilha no seu próprio tempo, mas que ninguém deveria percorrer sozinho.
Em “A História de Quem Ficou”, mergulhamos nas vidas de Helena, Tiago e Clara. Três pessoas comuns, unidas pelo desafio de reaprender a respirar em um mundo onde alguém amado não está mais presente. Através de seus relatos, este livro não oferece fórmulas mágicas ou promessas de cura, mas algo muito mais real: a identificação.
Ao acompanhar o “antes” e o “depois” desses personagens, você encontrará um espelho para as suas próprias dores e silêncios. Mas esta obra vai além: ela é também um guia sensível para quem está do lado de fora. Se você tem um amigo, um familiar ou alguém querido atravessando uma perda e não sabe o que dizer ou como ajudar, estas páginas vão te ajudar a entender a profundidade desse sentimento e a importância do acolhimento real.
Um livro para quem ficou, para quem precisa de respostas e para quem deseja aprender que, embora a dor não desapareça, a gente pode aprender a conviver com ela de um jeito mais humano.